CURATIDÃO - Cura pela Gratidão em uma pandemia - Sou grato à pandemia de COVID.

 


Fonte imagem: https://www.bibliaon.com/em_tudo_dai_gracas/


Minha intenção nessa primeira publicação é oferecer apenas um "spoiler" das ideias e experiências que pretendo começar a disponibilizar nas redes sociais e que farão parte do livro que estou escrevendo sobre a cura pela gratidão. A minha história desde o início da pandemia, mais precisamente desde o início da quarentena aqui no Brasil, revela pelo menos um dos propósitos divinos dessa pandemia. Sim, porque acredito que ela tenha tido muitos outros propósitos e que cada pessoa teve a oportunidade de aprender algo positivo. Mesmo que alguém ache que não tenha aprendido nada, provavelmente foi porque não soube assimilar nenhum dos recados.

O principal aprendizado que assimilei para minha vida, e que nunca havia compreendido verdadeiramente, desde minha infância ouvindo na igreja, foi o que dizia a Palavra quanto a "em tudo dai graças". Como assim "EM TUDO"?!!! Para alguém cético, racional, incrédulo, objetivo, concreto ao extremo, como eu era (não sou mais!!!!) essas palavras nunca haviam feito sentido algum.

O episódio de doença e cura que pretendo relatar se iniciou em 2021 e somente em 2022, quando me vi totalmente curado, passei a ter diversos “insights” e aprendizados que me fizeram ver que a GRATIDÃO, ou melhor, os benefícios dela, não eram tratados apenas na Bíblia, mas também por diversas teorias, como a Lei da Atração, por exemplo, e apresentada em diversos livros e estudos, inclusive científicos, que comprovam e/ou ratificam os poderosos efeitos da gratidão.

Tudo passou a fazer sentido e, enfim, pude CRER para VER! Se antes me considerava um verdadeiro “Thomé”, que precisa ver para crer, e mesmo assim muitas eu não cria... Depois da minha doença em meio ao cenário de mortes da pandemia, passei a crer primeiro e depois pude ver o “invisível”, o extraordinário, o divino poder de Deus.

Desde o início da pandemia, pelo menos a anunciada aqui no Brasil com a instituição da “quarentena”, senti um arrepio no corpo e na alma só de imaginar aquela situação tão inusitada que estávamos prestes a passar. O noticiário mundial na verdade já era presságio do que estava por vir, porém, enquanto a “pimenta era no olho do vizinho”, a gente não sentia na pele, ou no “olho”, ou na respiração, nos pulmões, enfim, em nosso próprio corpo e no “coração”, como quando era na vida de nossos entes queridos. Mas quando num determinado domingo a escola de minha filha, de repente, a nosso ver pelo menos, enviou uma mensagem anunciando alguns cuidados em relação à pandemia e logo em seguida, no mesmo final de semana, algo muito incomum vindo da escola, resolve dizer que imediatamente teriam apenas mais um dia de aula presencial e depois passariam a interromper as aulas e pensar no “online”... PRONTO! Caiu minha “ficha”, caí na “real” do que se tratava esse “bendito” vírus.

A partir daí o medo tomou conta de mim, apesar de tentar sempre ser otimista (mas minha essência sempre foi pessimista!), o pavor ia e vinha. Quanto mais ouvia as notícias de mortes, quanto mais demorava para que aquilo que eu imaginava que não passaria de um mês, ou no máximo dois, mais pavor me vinha. Porém, por outro lado, conforme via tanta morte, e cada vez mais perto de mim, alguns conhecidos, pessoas do trabalho, celebridades (mas, graças a Deus nenhum da família!), mais GRATIDÃO eu sentia por estar sendo poupado por Deus. Não tinha como um pessimista, diabético e hipertenso acreditar que se pegasse o vírus teria um destino favorável. Sempre imaginava: como será se adquirir o vírus? Vou sobreviver? Vou sofrer demais e fazer minha família sofrer?

Então, e por isso, a cada momento que eu e nenhum membro da família era acometido pela doença, cada dia que passava e recebia a benção da vida, agradecia, agradecia, agradecia, genuinamente, como nunca imaginei ser possível agradecer. Diante do pior cenário e que ao meu ver, era o mais provável, já que o vírus se alastrava sem controle, receber o privilégio de cada segundo de vida era motivo de GRATIDÃO! Como talvez a Palavra de Deus já queria dizer, como tantas teorias, inclusive científicas, como já me referi, mas eu não as conhecia.

O meu estado de gratidão veio naturalmente por medo do pior. Só por isso posso dizer que a pandemia me trouxe extraordinários aprendizados e mudança de vida. Aquilo que muitos treinamentos tentam ensinar, ou que a própria igreja tenta transmitir por meio da Bíblica, eu estava exercitando pela necessidade que a vida me impunha.

Tanta preocupação, tanto medo, tanta negatividade, atraiu para o meu corpo o agravamento da minha saúde, que já manifestava algum problema, cuja suspeita pelo ortopedista era de fibromialgia, porém, depois da primeira vacina, dezesseis dias depois fui diagnosticado com COVID (sintomas extremamente leves, graças a Deus, graças a Gratidão, graças á vacina!) Contudo, como sequela, da vacina ou do Covid, prefiro acreditar que seja do vírus, como a ciência também sugere, descobri que aquelas dores nas pernas e nas mãos, que me faziam travar muitas vezes e quase não conseguir andar, tratava-se de “polineuropatias”, uma doença típica em diabéticos, mas não só por estes (não é possível determinar o causador), e que acometem os nervos periféricos, causando muita dor. Segundo meu neurologista, seria como se nosso sistema nervoso fosse composto por fios (comparados aos de eletricidade), e que no meu caso muitos deles estavam desencapados. A dor, para terem uma ideia, só dá para ser descrita como se na carne, não é nos ossos, não é na pele, nem nas articulações, é na “carne”. E não tem um motivo para que possamos dizer que o cérebro está dando um sinal de um problema, como ocorre nas dores em geral. Não há indício de nada e o comando de dor está sempre sendo emitido.

Foi aí que minha busca constante por diversos tratamentos, acreditando e sendo grato por pelo menos por estar vivo, mesmo muitas vezes me arrastando, levantando da cama e demorando alguns minutos para conseguir dar o comando às pernas para andar, mesmo algumas vezes, em dias frios indo trabalhar de chinelo e meias nos pés, porque não conseguia por um sapato; mesmo andando cambaleando, principalmente nas calçadas, porque a sensibilidade dos pés também é perdida e a marcha fica prejudicada, eu era grato, muito grato pelo privilégio da vida.

Isso me fez correr atrás de alternativas, não desistir, até que encontrei um tratamento com uma microfisioteraupeuta (um tratamento alternativo e espetacular, que vocês podem pesquisar na internet). Além dos benefícios da microfisioterapia, foi abençoado duplamente pelos conhecimentos e aptidões da profissional, que possui outras formações em terapias alternativas, me fazendo exercitar ainda mais a gratidão, com tarefas incríveis, que só potencializaram o poder da GRATIDÃO em minha, sendo curado logo em seguida. Em outra oportunidade, mostrarei meu exame de 2021 e depois o de 2022, aquele com diagnóstico de polineuropatia, e este sem nada. Não só os exames demonstram, como minha recuperação, meu caminhar, minha postura, minhas expressões. Quem me viu naquela situação, e demonstrou compaixão, pessoas incríveis com as quais serei eternamente grato, quando passaram a me ver recuperado vibraram pela minha cura!

Meu maior entendimento sobre o poder da gratidão veio só depois da cura, quando tive acesso a muito material produzido sobre o assunto, que só referendou tudo aquilo que experimentei intuitivamente. Nos exercícios que fazia, mesmo naquele jeito, agradecia por já estar curado, pelo que almejava, eu já agradecia e projetava, cocriava, por meio de pensamentos, atitudes, emoções, visualizações mentais ou por imagens, que curado estava. Até tornar realidade.

Vou me aprofundar mais no assunto em outras postagens e principalmente no meu livro, cujo título será “CURATIDÃO – Uma experiência de cura pela gratidão em meio a pandemia de COVID” (ou algo similar).

GRATIDÃO!

EU POSSO, EU MEREÇO, EU AGRADEÇO!

 

William Robson Machado






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